amanhã eu vou abrir os olhos e ver sentimentos, ver coisas-não-visíveis.
ouvirei música crua, música-não-música, melodia não melodiosa.
sentirei na pele o que sinto por dentro. o arrepio de sentir lembranças. o sorriso de sorrir por dentro. a tristeza de chorar feridas.
vou aspirar o perfume doce de um olhar sincero. sentir o agridoce de uma lágrima tardia.
e quando explodir de sensações, fecharei os olhos para abrir de novo e ver apenas o que me dizem que está ali. a estaticidade muda e insossa.
das coisas que nunca viverei um dia.
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Quem sou eu
- Nathália
- 20 anos de memórias. milhões de sonhos. menina, ainda.