silêncios. vários silêncios vindos de fora, misturados com um tique-taque de uma bomba relógio interior. mas um tique-taque também silencioso.
barulho é relativo. às vezes o som da sua consciência pode ser mais ruidoso do que o de uma multidão enfurecida. outras vezes, sua consciência cansada não diz absolutamente nada. nem você diz nada, nem ninguém. e é o silêncio mais barulhento que alguém pode ouvir. é sobre esse último tipo de silêncio que estou falando aqui. o tipo ensurdecedor.
era tanto silêncio que ela não ouvia nenhuma resposta para nenhuma de suas dúvidas, de seus questionamentos. e aquilo foi crescendo dentro dela, um amontoado de não-seis, de serás e de porquês. e tudo se confundia, vários problemas concatenados que no fim se tornavam um outro novo maior e ainda mais insolucionável.
ficou tão, mas tão enorme, que em alguns dias já era gigante. uma pequena gigante. e mesmo desse tamanho, ainda não parava de crescer. e agregava perguntas que nem eram dela de verdade, que surgiam só por surgir, sem razão aparente. no entanto, eram reais e eram fortes.
até que um dia, sem mais nem menos, puf! ela explodiu. explodiu e se partiu. se dividiu em milhares e milhares de pedaços. e, curiosamente, cada um desses pedaços era uma das infinitas respostas que ela sempre procurou. pois é, estavam o tempo todo lá.
barulho é relativo. às vezes o som da sua consciência pode ser mais ruidoso do que o de uma multidão enfurecida. outras vezes, sua consciência cansada não diz absolutamente nada. nem você diz nada, nem ninguém. e é o silêncio mais barulhento que alguém pode ouvir. é sobre esse último tipo de silêncio que estou falando aqui. o tipo ensurdecedor.
era tanto silêncio que ela não ouvia nenhuma resposta para nenhuma de suas dúvidas, de seus questionamentos. e aquilo foi crescendo dentro dela, um amontoado de não-seis, de serás e de porquês. e tudo se confundia, vários problemas concatenados que no fim se tornavam um outro novo maior e ainda mais insolucionável.
ficou tão, mas tão enorme, que em alguns dias já era gigante. uma pequena gigante. e mesmo desse tamanho, ainda não parava de crescer. e agregava perguntas que nem eram dela de verdade, que surgiam só por surgir, sem razão aparente. no entanto, eram reais e eram fortes.
até que um dia, sem mais nem menos, puf! ela explodiu. explodiu e se partiu. se dividiu em milhares e milhares de pedaços. e, curiosamente, cada um desses pedaços era uma das infinitas respostas que ela sempre procurou. pois é, estavam o tempo todo lá.