amanhã, beberei com delicadeza elixir fantasioso ganhado hoje. ironicamente, jamais lancei memórias na ópera primorosa que reapresentarão. simplesmente triste. usarei vestido xadrez. zanzarei adoravelmente, bailando canções do exímio flautista galês. historicamente, isso jazerá lembrando multidões nos outros países. queria recitar sentimentos, talvez uma valsa xilofônica zonza. amanhã eu irei ou um outro irá em abdicação. amanhã espero irradiar operetas uníssonas àquela espetacular imaginária ópera universal.
das coisas que nunca viverei um dia.
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Quem sou eu
- Nathália
- 20 anos de memórias. milhões de sonhos. menina, ainda.